<DADOS-BASICOS-DO-LIVRO TIPO="LIVRO_PUBLICADO" NATUREZA="OUTRA" TITULO-DO-LIVRO="FORTUNA CRÍTICA DE SACIOLOGIA GOIANA" ANO="2011" PAIS-DE-PUBLICACAO="Brasil" IDIOMA="Português" MEIO-DE-DIVULGACAO="IMPRESSO" HOME-PAGE-DO-TRABALHO="" FLAG-RELEVANCIA="NAO" DOI="" TITULO-DO-LIVRO-INGLES="FORTUNA CRÍTICA DE SACIOLOGIA GOIANA" FLAG-DIVULGACAO-CIENTIFICA="NAO"></DADOS-BASICOS-DO-LIVRO>
<DETALHAMENTO-DO-LIVRO NUMERO-DE-VOLUMES="01" NUMERO-DE-PAGINAS="168" ISBN="0788577491100" NUMERO-DA-EDICAO-REVISAO="01" NUMERO-DA-SERIE="" CIDADE-DA-EDITORA="Rio de Janeiro - RJ" NOME-DA-EDITORA="Edições Galo Branco"></DETALHAMENTO-DO-LIVRO>
<AUTORES NOME-COMPLETO-DO-AUTOR="Therezinha Mucci Xavier" NOME-PARA-CITACAO="XAVIER, T. M." ORDEM-DE-AUTORIA="1" NRO-ID-CNPQ=""></AUTORES>
<AUTORES NOME-COMPLETO-DO-AUTOR="Gilberto Mendonça Teles" NOME-PARA-CITACAO="TELES, Gilberto Mendonça" ORDEM-DE-AUTORIA="2" NRO-ID-CNPQ=""></AUTORES>
<AUTORES NOME-COMPLETO-DO-AUTOR="Felipe Ferreira Valoz Junior" NOME-PARA-CITACAO="VALOZ JR, F." ORDEM-DE-AUTORIA="3" NRO-ID-CNPQ="1122698396893184"></AUTORES>
<AUTORES NOME-COMPLETO-DO-AUTOR="José Fernandes" NOME-PARA-CITACAO="FERNANDES, J." ORDEM-DE-AUTORIA="4" NRO-ID-CNPQ=""></AUTORES>
<PALAVRAS-CHAVE PALAVRA-CHAVE-1="Crítica Literária" PALAVRA-CHAVE-2="Poética" PALAVRA-CHAVE-3="Poesia" PALAVRA-CHAVE-4="Cultura e Artes" PALAVRA-CHAVE-5="Gilberto Mendonça Teles" PALAVRA-CHAVE-6=""></PALAVRAS-CHAVE>
<AREAS-DO-CONHECIMENTO><AREA-DO-CONHECIMENTO-1 NOME-GRANDE-AREA-DO-CONHECIMENTO="LINGUISTICA_LETRAS_E_ARTES" NOME-DA-AREA-DO-CONHECIMENTO="" NOME-DA-SUB-AREA-DO-CONHECIMENTO="" NOME-DA-ESPECIALIDADE=""></AREA-DO-CONHECIMENTO-1>
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<AREA-DO-CONHECIMENTO-3 NOME-GRANDE-AREA-DO-CONHECIMENTO="LINGUISTICA_LETRAS_E_ARTES" NOME-DA-AREA-DO-CONHECIMENTO="Lingüística" NOME-DA-SUB-AREA-DO-CONHECIMENTO="" NOME-DA-ESPECIALIDADE=""></AREA-DO-CONHECIMENTO-3>
</AREAS-DO-CONHECIMENTO> <SETORES-DE-ATIVIDADE SETOR-DE-ATIVIDADE-1="Atividades profissionais, científicas e técnicas" SETOR-DE-ATIVIDADE-2="Atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental" SETOR-DE-ATIVIDADE-3="Educação"></SETORES-DE-ATIVIDADE>
<INFORMACOES-ADICIONAIS DESCRICAO-INFORMACOES-ADICIONAIS="De todos os livros de Gilberto Mendonça Teles, este "Saciologia goiana" é, em dúvida, o mais instigante como forma e conteúdo. Representa mesmo uma síntese de toda a sua literatura poética e dos processos de que se tem valido para atingir a poesia tal como a concebe. Aí estão, como recursos de expressão, os tracadilhos; as ambighuidades de sentido; as alusões (a Camões, Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu, e a muitos modernistas); as múltiplas mágicas vocbulares, enfim, que empreende sempre empenhado em apreender o multifacetado universo em que se sutua. Em absorver - e transmitir - as emoções que o fazem - e aos outros - sofrer ou alegrar-se. Aí estão, também, a sátira, o epigrama, o lirísmo, o amor, a raiva, o humor, a crítica social, o homem regional que sabe ser.
Há mais, porém: "Saciologia goiana" é uma espe´cie de suma e soma das muitas experiências da poesia brasileira, notadamente do Modernismo para cá. [...] Observe-se, desde logo, para evitar equívocos, que GMT renova e recria as suas fontes, dá-lhes outra fisionomia. Reinventa, em suma.
"Saciologia goiana" se impõe como obra de amor à terra natal. Amor de quem está apaixonado pelos mitos, lendas, culinária, estórias, rios, povo, índios, peixes, árvores, animais por tudo quanto, enfim, caracteriza a região. Amor que não o impede, no entanto, de ter olhos abertos e apontar erros e misérias da organização social baseada no latifúndio, que "late fundo", as suas ambições cruéis, imiedosas e esmagadoras. > MÁRIO DA SILVA BRITO - Orelha de "Saciologia goiana. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982." DESCRICAO-INFORMACOES-ADICIONAIS-INGLES="De todos os livros de Gilberto Mendonça Teles, este "Saciologia goiana" é, em dúvida, o mais instigante como forma e conteúdo. Representa mesmo uma síntese de toda a sua literatura poética e dos processos de que se tem valido para atingir a poesia tal como a concebe. Aí estão, como recursos de expressão, os tracadilhos; as ambighuidades de sentido; as alusões (a Camões, Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu, e a muitos modernistas); as múltiplas mágicas vocbulares, enfim, que empreende sempre empenhado em apreender o multifacetado universo em que se sutua. Em absorver - e transmitir - as emoções que o fazem - e aos outros - sofrer ou alegrar-se. Aí estão, também, a sátira, o epigrama, o lirísmo, o amor, a raiva, o humor, a crítica social, o homem regional que sabe ser.
Há mais, porém: "Saciologia goiana" é uma espe´cie de suma e soma das muitas experiências da poesia brasileira, notadamente do Modernismo para cá. [...] Observe-se, desde logo, para evitar equívocos, que GMT renova e recria as suas fontes, dá-lhes outra fisionomia. Reinventa, em suma.
"Saciologia goiana" se impõe como obra de amor à terra natal. Amor de quem está apaixonado pelos mitos, lendas, culinária, estórias, rios, povo, índios, peixes, árvores, animais por tudo quanto, enfim, caracteriza a região. Amor que não o impede, no entanto, de ter olhos abertos e apontar erros e misérias da organização social baseada no latifúndio, que "late fundo", as suas ambições cruéis, imiedosas e esmagadoras. > MÁRIO DA SILVA BRITO - Orelha de "Saciologia goiana. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982."></INFORMACOES-ADICIONAIS>