<DADOS-BASICOS-DO-TRABALHO NATUREZA="COMPLETO" TITULO-DO-TRABALHO="LITTLE BOXES, POR UMA POÉTICA DO ESPAÇO DIGITAL" ANO-DO-TRABALHO="2018" PAIS-DO-EVENTO="Brasil" IDIOMA="Português" MEIO-DE-DIVULGACAO="MEIO_DIGITAL" HOME-PAGE-DO-TRABALHO="[http://https://seminarioartesdigitais.weebly.com]" FLAG-RELEVANCIA="NAO" DOI="" TITULO-DO-TRABALHO-INGLES="LITTLE BOXES, POR UMA POÉTICA DO ESPAÇO DIGITAL" FLAG-DIVULGACAO-CIENTIFICA="NAO"></DADOS-BASICOS-DO-TRABALHO>
<DETALHAMENTO-DO-TRABALHO CLASSIFICACAO-DO-EVENTO="NACIONAL" NOME-DO-EVENTO="4º Seminário de Artes Digitais: Recorrências e Hibridações" CIDADE-DO-EVENTO="Belo Horizonte" ANO-DE-REALIZACAO="" TITULO-DOS-ANAIS-OU-PROCEEDINGS="Anais do 4º Seminário de Artes Digitais: Recorrências e Hibridações" VOLUME="1" FASCICULO="" SERIE="" PAGINA-INICIAL="94" PAGINA-FINAL="100" ISBN="978-85-5478-0" NOME-DA-EDITORA="EdUEMG" CIDADE-DA-EDITORA="Belo Horizonte" NOME-DO-EVENTO-INGLES=""></DETALHAMENTO-DO-TRABALHO>
<AUTORES NOME-COMPLETO-DO-AUTOR="Pablo Souza de Villavicencio" NOME-PARA-CITACAO="VILLAVICENCIO, P. S." ORDEM-DE-AUTORIA="1" NRO-ID-CNPQ="9590826245272276"></AUTORES>
<PALAVRAS-CHAVE PALAVRA-CHAVE-1="Arte Computacional" PALAVRA-CHAVE-2="Arte digital" PALAVRA-CHAVE-3="Videoarte" PALAVRA-CHAVE-4="" PALAVRA-CHAVE-5="" PALAVRA-CHAVE-6=""></PALAVRAS-CHAVE>
<AREAS-DO-CONHECIMENTO><AREA-DO-CONHECIMENTO-1 NOME-GRANDE-AREA-DO-CONHECIMENTO="LINGUISTICA_LETRAS_E_ARTES" NOME-DA-AREA-DO-CONHECIMENTO="" NOME-DA-SUB-AREA-DO-CONHECIMENTO="Arte Digital" NOME-DA-ESPECIALIDADE=""></AREA-DO-CONHECIMENTO-1>
<AREA-DO-CONHECIMENTO-2 NOME-GRANDE-AREA-DO-CONHECIMENTO="LINGUISTICA_LETRAS_E_ARTES" NOME-DA-AREA-DO-CONHECIMENTO="Artes" NOME-DA-SUB-AREA-DO-CONHECIMENTO="Artes do Vídeo" NOME-DA-ESPECIALIDADE=""></AREA-DO-CONHECIMENTO-2>
</AREAS-DO-CONHECIMENTO> <INFORMACOES-ADICIONAIS DESCRICAO-INFORMACOES-ADICIONAIS="Little boxes, (2015), de Bego M. Santiago é uma obra de artemídia interativa que consiste na disposição de três fileiras com o total de 12 caixas fechadas de madeira (aquelas utilizadas para transportar objetos). As fileiras estão dispostas com uma distância entre si, que permite a passagem dos interatores por esses espaços. É possível transitar na parte da frente da cineinstalação, onde estão três caixas, entrar por trás dessas caixas, onde estão mais quatro caixas frontais ao interator, e, por fim, no terceiro espaço transitável, estão mais cinco caixas frontais. Nessas caixas são projetadas imagens de diferentes pessoas, provavelmente recortadas do fundo pelo efeito de chroma key ou luma key. As caixas variam de tamanho e formato. Algumas trazem a imagem de uma pessoa isolada, em geral, são as quadradas, já as que contém imagens de um grupo de duas ou três pessoas e são retangulares. As caixas estão dispostas sobre compensados de madeira. A escala das caixas em relação ao corpo humano (médio) também varia: as quadradas são mais altas e as retangulares mais baixas. As que estão localizadas na parte de trás da instalação são mais altas, chegando aproximadamente à altura dos ombros de um corpo humano, mas a escala humana não é ultrapassada por nenhuma das caixas.
As pessoas são apresentadas nas imagens em uma escala bem menor que o corpo do interator, alcançando aproximadamente a altura dos joelhos de uma pessoa adulta, chegando, nas caixas mais altas (as que ficam atrás), até no máximo a altura da cintura. À medida que os interatores aproximam-se das imagens das pessoas permanentemente projetadas nas caixas, elas se assustam e emitem um grito, como em uma histeria coletiva. Para tanto, há um sensor de movimento que capta os movimentos dos interatores, o que possibilita a troca dos vídeos, assim, quando da aproximação do interator, essas ?pessoas pequeninas? projetadas atuam como se estivessem com medo, repulsa ao interator, e os grupos chegam a correr e gritar de" DESCRICAO-INFORMACOES-ADICIONAIS-INGLES="Little boxes, (2015), de Bego M. Santiago é uma obra de artemídia interativa que consiste na disposição de três fileiras com o total de 12 caixas fechadas de madeira (aquelas utilizadas para transportar objetos). As fileiras estão dispostas com uma distância entre si, que permite a passagem dos interatores por esses espaços. É possível transitar na parte da frente da cineinstalação, onde estão três caixas, entrar por trás dessas caixas, onde estão mais quatro caixas frontais ao interator, e, por fim, no terceiro espaço transitável, estão mais cinco caixas frontais. Nessas caixas são projetadas imagens de diferentes pessoas, provavelmente recortadas do fundo pelo efeito de chroma key ou luma key. As caixas variam de tamanho e formato. Algumas trazem a imagem de uma pessoa isolada, em geral, são as quadradas, já as que contém imagens de um grupo de duas ou três pessoas e são retangulares. As caixas estão dispostas sobre compensados de madeira. A escala das caixas em relação ao corpo humano (médio) também varia: as quadradas são mais altas e as retangulares mais baixas. As que estão localizadas na parte de trás da instalação são mais altas, chegando aproximadamente à altura dos ombros de um corpo humano, mas a escala humana não é ultrapassada por nenhuma das caixas.
As pessoas são apresentadas nas imagens em uma escala bem menor que o corpo do interator, alcançando aproximadamente a altura dos joelhos de uma pessoa adulta, chegando, nas caixas mais altas (as que ficam atrás), até no máximo a altura da cintura. À medida que os interatores aproximam-se das imagens das pessoas permanentemente projetadas nas caixas, elas se assustam e emitem um grito, como em uma histeria coletiva. Para tanto, há um sensor de movimento que capta os movimentos dos interatores, o que possibilita a troca dos vídeos, assim, quando da aproximação do interator, essas ?pessoas pequeninas? projetadas atuam como se estivessem com medo, repulsa ao interator, e os grupos chegam a correr e gritar de"></INFORMACOES-ADICIONAIS>